
Ontem foi Dia de Reis. Fiquei com isso na cabeça por dois motivos:
1) adoro Galette; 2) era dia de tirar os enfeites de Natal da sala e as luzes da varanda.
Mas recebi uma notÃcia meio chata e perdi o rumo. Já comentei que sofri um pequeno acidente no Spa (se quiser saber detalhes, clique aqui). Achei que não era nada, mas peguei o resultado da ressonância magnética e a conclusão é ruptura completa do ligamento cruzado anterior (entre outros pequenos estragos). Meu ortopedista disse que é cirúrgico e confesso que desabei (chorei um tanto) e não consegui fazer mais nada ao longo do dia. Passou.
Com as pernas para o ar e imobilizadas, vou ao que interessa.
Como amo, adoro e minha boca enche de água quando penso numa galette des rois, resolvi que ainda é tempo de falar do doce. Lá na Casa Santa Luzia (Al. Lorena, 1471) você pode comprá-lo até o dia 10. Ele tem formato de coroa, leva vinho do Porto, é recheado com frutas secas e decorado com laranja cristalizada, figo cristalizado, cereja glaceada, pinholis e amêndoas. No seu interior há uma fava (quem a encontra oferece o bolo no próximo ano) e uma medalhinha (sinal de prosperidade para quem é premiado).
Mas eu enlouqueço mesmo é com a galette do Le Fournil (no Sofitel São Paulo – R. Sena Madureira, 1355, 3201-0888). A receita da pâtisserie francesa é uma delicada torta de massa folhada recheada com creme de amêndoas, sem aquele monte de fruta por cima. A-DO-RO! Quer saber o melhor? Você pode comprar o doce até o dia 31 de janeiro.

Para quem gosta de história, um pouco sobre o Bolo Rei.
Ele é sÃmbolo do Natal lusitano. Em formato de coroa, a sobremesa repleta de frutas secas traz um brinde e uma fava. O contemplado com a fava tem a missão de pagar o bolo no ano seguinte. É uma tradição portuguesa que tem sua origem na França. Mais precisamente na celebração do Dia de Reis, em 6 de janeiro. O doce chegou em Lisboa em 1869 e foi servido pela primeira vez na Confeitaria Nacional. A gostosura se popularizou rapidamente. Com a Proclamação da República portuguesa, o bolo rei passou por momentos, digamos, amargos. Para não perder a receita e nem a clientela, os confeiteiros o rebatizaram de Bolo de Natal e de Ano-Novo. Mas não teve jeito, os republicanos foram obrigados a engolir o bolo rei, que já tinha conquistado a soberania nas mesas portuguesas.
Quer saber ainda mais? Leia em Gulodice. Minha amiga e jornalista Mônica Santos caprichou no assunto.

Como prometido, segue uma sobremesa de baixÃssima caloria que comi no Spa. De todos os doces, esse foi o melhor. Boa dica para quem pretende cumprir a promessa do regiminho de ano novo.
Creme de papaia com calda de manga
receita da nutricionista Márcia Dal Médico
800 gramas de mamão
adoçante
200 ml de água
1 gelatina de mamão com acerola e laranja
1 xÃcara de água quente
Bata o mamão no liquidificador com água e adoçante e cozinhe em fogo baixo. Junte a gelatina já dissolvida e leva a mistura para a geladeira por umas 6 horas.
Calda de manga
1 manga cozida em água com um pouco de adoçante. Reserve e deixe esfriar. Sirva com o creme de papaia.
2009 chegou e que ele seja maravilhoso para todos.
Eu comecei o ano manquetola. Como disse no último post, fui para um spa. Cheguei cheia de energia, me achando capaz de sobreviver com 600 calorias por dia e poderosa o suficiente para fazer todas as atividades fÃsicas no maior pique.
Quer saber como foi?
• 1º dia - tudo lindo. Eu tinha reserva calórica, segui a programação de exercÃcios e comi folhas verdes com um pedacinho de ovo feliz da vida. Só pensando em sair magrinha dali.

• No segundo dia eu não era mais a mesma. Depois do almoço, deu uma soneira e só acordei na hora do lanche (uma pêra me fez sair da cama – pra você ver como a vida é dura num Spa). Um pouco melhor, resolvi jogar vôlei. Eu estava indo bem até que resolvi dar um pulo para cortar a bola na rede e me estatelei no chão. Gritei de dor, achei que tivesse quebrado a perna. Gelo, gelo, gelo e consegui levantar. No hospital (sim, fui parar no Pronto Socorro), um raio X mostrou que meus ossos estavam inteiros, mas a minha estadia com objetivo de fazer todas as atividades fÃsicas acabaram ali. Perna inchada, muita dor e só me restou a piscina.
• Calma, o desastre não parou aÃ. No dia seguinte, a dieta de 600 calorias mostrou seus efeitos. Sai da cama mancando, com a perna ainda mais gorda (de inchaço) e segui rumo a refeitório. Não consegui chegar. Tonta, vi estrelas à s 8 horas da manhã, mãos formigando, tremedeira e só deu tempo de alcançar um banquinho (providencialmente colocado no meio do caminho). Gente, desmaiei. Um mico. Primeiro tentaram me reanimar com sal, mas só fiquei bem depois de muito açúcar (pois é… sou dependente desse pó branco). A nutricionista Márcia dal Médico aumentou a minha dieta para 1200 calorias. E de um pedacinho de carne, passei a comer dois.

Olha que beleza o prato da dieta de 1200 calorias!!! Filé à pizzaiolo com batata bolinha e uma lâmina de nabo com duas rodelas de cenoura e metade de um tomate cereja (não dá pra negar o senso de humor da turma da cozinha).
• Recuperada, pedi para a nutricionista voltar com a minha super dieta de 600 calorias até o final da estadia. E acredite, comi coisas bem gostosas. Vou dar a receita de uma delas no próximo post. Enquanto isso, aproveite um pouco das delÃcias que devorei nos almoços e jantares de 600 calorias.

Frango com brócolis, amêndoas (farelos) e cheiro verde (eu diria chuvisco verde)

Quibe assado recheado com abóbora (muito bom!) com tabule e folhas

Hambúrguer diferente - esse é o nome do prato. Repare que o pão é do mesmo tamanho da fatia de tomate. Não sei se era a fome, mas o sanduba estava muito bom. Também mordi bem devaragarinho essa ameixa recheada com ricota. DelÃcia!
Um parêntese para falar da equipe que cuidou de mim no spa. Todos foram ótimos: Márcia (nutricionista), Thiago e Ronaldo (professores), Viviam (garçonete) e em especial a professora Luciana (que estava por perto nas horas que eu mais precisei. Foi ela quem jogou muuuito açúcar na minha boca para eu me recuperar da baixa glicemia enquanto o Ronaldo tentava em vão medir a minha pressão). Aguardem, vou voltar e espero dar menos trabalho.
A prova do espelho é cruel. Comi além da conta durante os 12 meses de 2008 e ganhei uns quilinhos (muitos, na verdade). Resolvi antecipar as promessas de Ano Novo, fiz as malas e me internei num Spa (esse é o motivo do meu sumiço nesses últimos dias).
Mas antes, claro, fiz a minha refeição de despedida no Bar do Alemão (Av. Juriti, 651, Moema), filial recém-inaugurada do Steiner (aquele de Itu, famoso pelo filé à parmegiana gigantesco). Depois de um chope e de uma porção de bolinho de carne e salsichão, que venha o bifão.


A carne macia coberta com saboroso molho de tomate e queijo mereceu repeteco (nem quero pensar na quantidade de calorias).

De sobremesa, bavaroise de frutas vermelhas e apfelstrudel.

Dá-lhe dieta e atividade fÃsica pra queimar isso tudo.
Estamos no Brasil e vivemos o verão. Que tal substituir aquele tantão de carne por uma mesa de peixes e frutos do mar?
A chef Bella Masano, do restaurante Amadeus, montou um cardápio completo (com 2 entradas, 2 pratos principais e 1 sobremesa) com especialidades do mar.
“São receitas simples, que fazemos em casa”, afirma a chef. Tudo leve, sem exagero de molhos e uma deliciosa sobremesa: manjar de coco com calda de caju. Essa eu provei no restaurante e já comprei os ingredientes para fazê-la e servir aqui em casa. É tudo de bom.
Panelinha de Lulas e Cogumelos Paris
(4 porções)

INGREDIENTES
. Lula fresca em anéis (400g)
. Cogumelos Paris fresco (12 unidades)
. Alho picado (6 dentes)
. Azeite (6 col de sopa)
. Sal
. Pimenta-do-Reino
. Salsinha picada
. Mini Malagueta
PREPARO
. Tempere as lulas com sal e pimenta.
. Em um frigideira, esquente bem o azeite. Coloque as lulas, em seguida o alho, e depois os cogumelos.
. Deixe em fogo alto por pouco mais de um minuto (se fritarem muito, as lulas perdem a maciez).
. Pingue algumas gotas de limão, salpicar a salsinha bem picada e servir imediatamente, enfeitando com uma mini malagueta.
RILLETTE DE SALMÃO
(12 pessoas)
INGREDIENTES
. Salmão fresco (400 g)
. Salmão defumado cortado em cubinhos (200 g)
. Gema de ovo (1)
. Manteiga (100 g)
. Limão (1)
. Sal
. Pimenta
. Ovas de Salmão (1 pote = 200g)
. Temperos Verdes
. Azeite
PREPARO
. Cozinhe o salmão com os temperos verdes.
. Esmague o salmão fresco com um garfo.
. Adicione o salmão defumado; as gemas de ovo e a manteiga em consistência de pomada.
. Adicione sal e limão, e ralar a pimenta. Misture. Reserve.
. Unte uma forma com azeite. Cobra o fundo com ovas.
. Adicione o restante das ovas de salmão à “massaâ€, e misture suavemente.
. Coloque na fôrma cuidadosamente. Leve à geladeira por 3 horas antes de desenformar.
. Sirva com a salada de pepinos.
Camarão ao Curry
(4 pessoas)

INGREDIENTES
. Camarão Gigante (2 kg )
. Alho-poró (1/2 haste)
. Curry (1 colher rasa sobremesa)
. Curcuma ( 1 col rasa sopa)
. Manteiga (2 colheres sobr)
. Creme de Leite (2 col sopa)
. Vinho Branco (300 ml)
. Cognac (1/2 dose)
. Sal
. Pimenta-do-Reino
. Temperos verdes (porró, cebola, talo de salsinha)
. Ãgua
PREPARO
. Limpe os camarões deixando apenas o rabo.
. Prepare um caldo de camarão fervendo as cascas e cabeças em água com temperos verdes. Coe e reserve.
. Tempere os camarões com sal e pimenta. Marine por 10 minutos no vinho com curry e curcuma .
. Corte o alho-poró em lâminas e reserve.
. Colorir o camarão na manteiga e flambe ao Cognac.
. Versar o caldo da marinada. Cozinhe por cerca de 2 minutos e adicione o alho-poró.
. Misture o creme de leite e cozinhe por mais 1 minuto.
PEIXE RECHEADO
(6 pessoas)
INGREDIENTES
Farofa
. Camarões (500g)
. Farinha de Milho (250g)
. Cebola (1 un)
. Tomate (4 un)
. Azeitonas Verdes (1/2 xic)
. Azeite extra-virgem (100 ml)
. Sal
. Pimenta do reino
. Salsinha
. Cebolinha verde
Peixe
. Robalo, Pescada ou Tainha inteiro, eviscerado pelas costas (2kg)
. Vinho branco seco (350 ml)
. Cebola (2 um)
. Tomate (1 um)
. Sal
. Pimenta-do-reino
. Azeite Extra-virgem
. Agulha e linha para costurar peixe
PREPARO
Farofa
Retire a pele de quatro tomates e corte em cubos. Retire os caroços das azeitonas e pique. Pique uma cebola e reserve. Aqueça quatro colheres de azeite em uma panela e doure a cebola. Acrescente os camarões (já temperados com sal e pimenta), e a seguir os tomates e as azeitonas. Adicione a farinha de milho e misture bem, até obter a consistência de uma farofa bem úmida. Salpique salsinha e cebolinha.
Peixe
Tempere o peixe com sal, pimenta-do-reino, o vinho branco e outros temperos de sua preferência. Deixe marinar por 30 minutos. Depois disso, recheie com a farofa e costure. Coloque o peixe em uma assadeira untada com azeite e forrada com as rodelas de tomate e cebola. Distribua o restante das rodelas sobre o peixe. Regue com um fio de azeite e o caldo da marinada. Leve ao forno por cerca de 30 minutos, sendo os quinze primeiros minutos coberto com papel alumÃnio. Regue o peixe com próprio caldo quando necessário.
Retire a linha antes de servir
MANJAR DE COCO COM SOTAQUE NORDESTINO

INGREDIENTES
. Leite (550 ml)
. Coco fresco ralado (1 copo grande = 200g)
. Açúcar (2 colheres de sopa = 30 g)
. Amido de milho (2 colheres de sopa = 20g)
PREPARO
. Coloque em uma panela 1/2 litro de leite, o coco fresco e o açúcar, e deixe ferver.
. Dissolva no restante do leite o amido de milho.
. Acrescente paulatinamente, mexendo bem.
. Lave uma forma com água e não seque.
. Despeje o manjar em seu interior e coloque na geladeira por cerca de 6 horas.
. Serva com calda de caju e lascas de coco seco e lâminas de caju fresco
CALDA
. 2 xic polpa de caju
. 1 xic açúcar
PREPARO
. Em uma panela mistura o açúcar com metade da polpa de caju. Levar ao fogo e deixar caramelizar.
. Adicionar o restante da polpa já quente. Misture bem.
. Resfrie.
. Sirva sobre o manjar.

Ela não chegaria inteira até a noite de Natal.
A estrutura de arame forrada de bem-casados é invenção da Mariza Doces (doceria responsável por boa parte dos casamentos badalados que rolam na cidade).
A loja funciona de portas fechadas. Toque a campainha. Você não vai se arrepender. Sempre há uma vitrine linda, cheia de brigadeiros, trouxinhas de coco, doces de damasco, minibolo de rolo e bem-casados, prontinhos para serem devorados ali mesmo ou levados para casa. A árvore com trinta bem-casados custa R$ 120. Você também pode comprá-los avulsos (R$ 2,60, cada).

A loja funciona até amanhã (dia 23), das 8h às 18h. Fecha no dia 24 e reabre em 13 janeiro.
R. Padre Garcia Velho, 56, Pinheiros, telefone 3815-6699.
Não, não estou falando do Bom Velhinho. Pra mim, o rei da temporada é o panetone. Adoro e nesses dias provei vários. O suficiente para listar os meus preferidos.
Sou meio purista nesse assunto, mas começo abrindo uma exceção para UM panetone de chocolate.

Molhadinho, com pedaços de laranja, gotas de chocolate meio-amargo e cobertura de amêndoas, o panetone da Bráz é maravilhoso. Perfeito em equilÃbrio de sabor, quantidade de recheio e umidade. Meu predileto.
Entre os tradicionais, o do Fasano é imbatÃvel. A cobertura de açúcar e amêndoas faz toda a diferença. Farto em recheio, rico em aromas e o gosto é tudo de bom. Pena que custa caro (R$ 59, o quilo).

Como o panetone Fasano é produzido pela Pandurata Alimentos Ltda (Bauducco), resolvi provar a versão Receita de FamÃlia da Bauducco na esperança de serem muuuuito parecidos. Não, não são. A cobertura de açúcar da Receita de FamÃlia vem com pedaços de amêndoas que caem logo que você corta as fatias e não tem o mesmo equilÃbrio da receita do Fasano. Que coisa! Mas a massa continua ótima. Dos panetones industrializados, o Bauducco é o melhor.

A cada ano que passa inventam um sabor diferente para o doce. Alguns realmente são muito bons, como é o caso do panetone de cupuaçu e castanhas, da Frutos da Amazônia.
Outros não provei (por falta de oportunidade ou coragem).
Eis alguns…
- Bicho de Pé, do Amor aos Pedaços (embora eu goste do docinho, tenho um pouco de medo…)

- Coberto com pasta americana, do Viandier (fofo, um belo presente)
- De Brownie, da Benjamin Abrahão (hummm… só provando)

- De alfajor, do La Vie en Douce (parece exagerado em recheio)

- De doce de leite, do Havanna (amo o doce de leite do Havanna)

De capuccino e de Sonho de Valsa (Dona Deôla), de coulis de damasco e chocolate amargo (Casa Santa Luzia), de brigadeirão (Visconti), com gotas de chocolate Alpino (Nestlé)…
Já escolheu o seu predileto?

Chegou a hora de abastecer a geladeira para as festas. Amanhã (sábado) e depois (domingo) tem varejão no Ceagesp, lugar que particularmente adoro, conheço bem e resolvi dar 3 dicas certeiras para você.
1ª) Parada obrigatória: pastel. Saia de casa sem o café-da-manhã e vá direto para a barraca do Yokohama. Se é bom? Veja bem a muvuca num domingo qualquer.

Massa sequinha, com ótimo sabor, recheio na medida e atendimento eficiente. Aproveite e tome um caldo de cana, feito na hora, servido na barraca ao lado. E depois sim, você está pronto para carregar sacolas ou empurrar carrinhos.
2ª) Perto do pastel há uma barraca imperdÃvel para quem gosta de temperos, temperos e temperos. É a Rainha da Mata. Lá, a dona Gleide vende tudo o que você pode imaginar nesse segmento. Anis estrelado, alecrim, manjericão, alfazema e misturas prontas para carnes, frango e peixes (o lemon pepper é ótimo). Mas é no quesito ervas medicinais que aparecem “remédios†pra curar qualquer mal. Sem brincadeira, tem uns 300 tipos.

3º) Cogumelo Kobayachi.
Essa barraca é do japonês Yamada e do filho dele, o Fábio. Shiitake, shimeji, hiratake, paris e champignon… só para citar os mais comuns.

Peço desculpas por não passar o serviço completo. Sinceramente não sei os números dos boxes. Mas essas 3 barracas ficam do mesmo lado da “rua” do pastel. Na dúvida, pergunte para os guardas. Eles ensinam direitinho.
CEAGESP / Avenida Dr. Gastão Vidigal, 1946 – Vila Leopoldina
Sábados, das 7h às 12h30; domingos, das 7h às 13h.
Nas semanas de Natal e Ano Novo, o Varejão Noturno foi antecipado para às terças-feiras (23 e 30 de dezembro), das 16 às 22 horas.
Feira Especial de Natal
Segunda à Sexta: das 10h às 20h; Sábados: das 8h às 20h; Domingos: das 8h às 13h.
Local: Antigo prédio da Nossa Caixa – Entrada pelo Portão 4 (até 16h30) e pelo Portão 3 (depois das 16h30).

No domingo (21), o Di Bistrot abre às 16 horas para o lançamento da safra 2009 dos vinhos da casa.
Um dos precursores em servir tintos, brancos e espumantes em garrafas personalizadas, Cassio Machado convocou o fotógrafo Ancar Barcalla e a design Estela Vasco para assinar os rótulos dos vinhos produzidos pela vinÃcola Marco Luigi.
O espumante (R$ 70), o tinto (cabernet sauvignon, R$ 75) e o branco (chardonnay, R$ 65) entram na carta de todos os restaurantes do chef.
O Di Bistrot fica na Rua Jacurici, 27, 3079 9098.
Isso mesmo, o restaurante Supra fecha definitivamente no dia 21 de dezembro.
O imóvel foi vendido para uma incorporadora.
“Estávamos negociando o ponto. Agora vou ter que entregar. A incorporadora comprou o quarteirão todo”, explica Mauro Maia, chef e dono.
Se você é tão fã das massas artesanais do Supra quanto eu, faça sua reserva. Domingo é a última chance.
Pelo menos até o chef Mauro Maia resolver quais serão os próximos passos. “Por enquanto, não tenho nada em vista”, diz.

Pra quem já ficou de cabelo em pé (como eu), imaginando aquela rua toda sendo demolida, um consolo. Pelo visto, só parte dela foi negociada.
“O Julia vai continuar“, garantiu Anayde Lima, dona do Julia Gastronomia. Portanto não estranhe se entre as festas de Natal e Ano-Novo você passar por lá e ver as portas fechadas. O restaurante fecha no dia 24 e reabre no dia 5 de janeiro.
Já o Supra… vai ficar na memória.